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CONSCIÊNCIA COLETIVA – O MOMENTO ATUAL – SOLIDARIEDADE – DISCIPLINA E PREVENÇÃO.

Assunto: Administrativo / Por: Sílvio Andreotti - Vanguarda

O vírus Covid19, vem causando pânico no mundo, e nos atinge de forma grave. Todos temos que entender que devemos seguir as orientações das autoridades, ter disciplina em relação à higiene recomendada nessa fase em que o vírus está se proliferando.

A palavra de ordem neste momento deve ser de SOLIDARIEDADE, com colaboração, pensando de forma coletiva, para ajudar na contenção da proliferação do vírus, e principalmente acreditar que o País, dentro de um prazo curto, vai superar essa situação grave.

Nossa estrutura médico/hospitalar atual, ainda que não seja a ideal, é muito superior à que tínhamos em épocas passadas. Existem recursos financeiros públicos já liberados, que certamente poderão amenizar a situação.

Não se pode, neste momento, disseminar o pessimismo, e realçar o apocalipse que não acontecerá. Devemos ter cuidado com notícias falsas que podem fazer com que sejam tomadas decisões erradas.

Notícias recentes, que chegam da Itália, é de que o vírus começou a ceder nesse País, e os casos de tratamentos das pessoas contaminadas está tendo sucesso.

No campo econômico, os capitais, hoje, são infinitamente maiores do que o que existia na quebra das bolsas de valores do mundo em 1.929. Nossos Bancos estão sólidos, nossas reservas internacionais são as maiores da história. As bolsas do mundo todo estão tendo recuperação, segundo notícias recentes. O crédito será oferecido de forma racional e chegará para quem necessita, ou seja: para a indústria, comércio, serviços, e agropecuária, com flexibilização de exigência de garantias, tendo como contrapartida a exigência das empresas se comprometerem a não dispensar colaboradores por um período suficiente para amenizar a situação. Isso nosso Presidente já vem articulando, junto com a equipe econômica, e Instituições de Crédito Oficiais e Privados, e acredito que os Bancos Oficiais irão sair na frente com oferta de recursos a juros menores e prazos mais longos, e deverão ser seguidos pelos Bancos e instituições de crédito privadas.

No domingo p. passado , o presidente do Conselho de administração da CSN, Benjamim Steinbruch , sugeriu que seja oferecido capital de emergência para pequenas e médias empresas. Para que os Bancos possam oferecer linhas de crédito às empresas, o Governo poderá reduzir as alíquotas dos compulsórios dos bancos, temporariamente, de 25% para 17% de imediato haveria linha de crédito para pagar a folha de pagamento.

As grandes empresas de varejo estão ofertando produtos com condições de pagamento de longo prazo. O crédito, certamente, neste momento, é o instrumento mais poderoso para fazer girar os negócios no País.

Em matéria publicada no Jornal “Valor Econômico”, eletrônico, de 24.03.2020, a empresaria Luiza Trajano, enfatizou a necessidade de “injeção de recursos na economia, e incentivos para empresas evitarem demissões, além de programas de incentivos para a população “. É necessário ações que olhem para a saúde e para a economia. A roda vai voltar a girar dentro de 3 a 4 semanas.

Na medida em que for sendo debelado o impacto inicial do combate ao vírus, o que pode ocorrer dentro dos próximos 25/60 dias, a economia deverá começar a voltar à normalidade.

Vamos confiar na capacidade do Governo para o combate ao vírus, e, acima de tudo, acreditar em Deus, e em nossa criatividade para contornar os problemas, e, embora estejamos em uma situação mais grave em relação às demais que já vivenciamos, nós, juntos, empresários, povo e Governo, iremos sobreviver a essa grave situação.

O Brasil é grande e possui economia diversificada, não dependemos somente de exportação da uma única comoditie (petróleo), como outros países que estão em dificuldades em face da queda de preço do petróleo , pois produzimos e exportamos principalmente alimentos onde nossa agroindústria possui uma das maiores expertises do mundo, e essas exportações, junto com os investimentos estrangeiros que estão aportando no País, (usinas com uso de fontes alternativas, ferrovias, etc), garantirão, de forma razoável, o ingresso e equilíbrio de divisas em moeda estrangeira para o País sobreviver e reativar o mercado interno que voltará com boa capacidade de consumo , pois o consumo, graças a Deus, está no “sangue” de nosso povo.



A palavra de ordem é “SOLIDARIEDADE”